quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sem título.

Porque certamente eu não sou a garota certa para você, mas eu quero tanto que você me prove o contrário, e me convença, e me ganhe, e me ame, e me roube.
Sei que sou difícil de lidar, e que às vezes te trato com tanta indiferença que você chega a pensar que eu não me importo com você. Eu sei. Mas eu quero tanto que você aguente. Você aguenta até o fim? Aviso desde já que não será tão fácil, viu? Mas é que eu quero tanto que seja você. Eu não tenho nenhuma certeza agora, mas é que eu sinto que com você tudo é mais verdadeiro, os sentimentos são mais sinceros. Mas eu estou confusa. Eu não mando em meus sentimentos, muito menos em meu coração. Você me entende? Se não, não se preocupe, você não precisa me entender para me ganhar. É só uma questão de carma, sabe? Eu quero que você seja o meu, só isso. Eu quero. E quero agora. Porque se você não vier agora, certamente eu vou me perder... em outro alguém. Sou assim, agora eu quero, mas no segundo seguinte eu posso não querer mais. Sou imprevisível, até para mim mesma. Acredite. Então, por favor, vem agora. Vem logo. Porque se você for deixar para amanhã certamente eu não estarei mais aqui.

Ouvindo Jojo...
Aqui.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Das coisas que eu aprendi...

Eu aprendi...
Que expectativas geram decepções. Que amor é coisa de dois inteiros, e não de duas metades. Que você precisa dar para receber. Que você precisa errar para aprender. Que chorar faz parte da vida. Que o tempo não cura nada verdadeiro. Que a gente tem que se amar primeiro. Que a gente tem que acreditar em Deus. Que a gente tem que crescer, mais cedo ou mais tarde. Que a gente tem que lidar com os problemas de cabeça erguida, sem fugir. Que a gente vai ter perdas e que teremos que aprender a viver com elas. Que a gente vai se sentir feliz no dia mais simples da vida da gente. Que a gente só vai encontrar e viver uma história incrível se a gente se permitir. Que o que realmente conta é a verdade, por mais dolorosa que ela seja. Que a gente tem que fazer o bem para colher o bem. Que a gente tem que ajudar sem esperar nada em troca. Que a gente tem que cuidar da família, cultivar os amigos e tomar cuidado com os inimigos. Que a gente tem que ser exigente sem deixar de ser simples. Que a gente tem que procurar o melhor, e não se contentar com o pouco ou com o mais ou menos. Que a gente tem que manter sempre o pensamento positivo de que dias melhores virão. Que a gente tem que ser feliz hoje, e esperar sempre um amanhã melhor.


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

De séries e outras coisas...

Engraçado é o fato de às vezes nos fecharmos para o mundo, né? De não nos darmos a chance de... De não tomarmos a atitude de... De...
Às vezes a nossa vontade de mundo é tão grande que acabamos nos fechando para ele. Às vezes a nossa vontade de viver histórias incríveis é tão grande que acabamos não nos permitindo.
A gente sabe que a gente merece mais, de qualquer coisa, de qualquer pessoa. A gente merece mais amor, mais alegria, mais felicidade, mais paz, mais tudo! A gente merece sorrir mais, viver mais, se permitir mais. Simples.
Mas é que o casal Chuck e Blair me disse tanta coisa hoje... A gente não pode ter medo de tentar (e de) ser feliz. É que às vezes usufruir de algo que pode te fazer sofrer depois é a coisa mais certa a fazer, talvez não a melhor, mas a mais certa.
E não se culpe se o outro não estiver com vontade de lutar, a culpa não é sua se ele não pode corresponder as suas expectativas, ninguém manda no próprio coração. Um dia a nossa hora chega, e a gente vai saber quando ela chegar. Enquanto isso, a gente abre os caminhos, né? A gente se permite, a gente vive, a gente deixar ser...

É que hoje eu acordei com vontade de mundo. Assim.

(No vídeo algumas cenas do melhor casal - na minha opinião, - de Gossip Girl, Chuck e Blair.)
Chuck com esse jeito tão narcisista de ser, Blair com esse jeito tão mulher e tão menina, tão mordaz e sonhadora, ela acredita no amor e Chuck o evita. E isso dói apenas de ver.

Então vamos nos permitir para não doer, né? =)

Esclarecida.

♪♫ Trilha deliciosa aqui: Carlos Santana, Smooth. ♪♫

Eu gosto do poder, por isso muitas e muitas vezes brinco, jogo duro e deixo várias pessoas com cara de idiota. Eu gosto de sentir, de causar, de ser...

Sou explícita, autoritária, difícil, explosiva e geniosa. Gosto de dominar e de fazer o que eu acho que devo, ou melhor, de fazer o que eu bem entender. Não tenho paciência para o que a maioria das mulheres julgam achar lindo, definitivamente, não tenho. Eu odeio gente mimada e quem não sabe fazer nada sozinho. Gosto de jogar e de seduzir, gosto de fazer algumas pessoas de bobas, só para mandá-las ir embora depois. Gosto desse jogo, porque nele eu sou muito boa.
Meus textos mostram uma menina frágil, sonhadora e que quer amar e ser amada, mas na verdade essa menina é só o que eu gostaria de ser, uma pessoa mais leviana, até mesmo porque na vida real eu sou completamente diferente. Há muito tempo não tenho nenhum apego material ou físico.
Tenho uma inteligência que sufoca, que não me deixa mergulhar de cabeça em nada que não seja seguro. Por isso muitas vezes me fecho, não por medo, mas por inteligência, por experiência. Sei que vivi pouco, mas aprendi com os meus erros e com os erros dos outros que o mais importante é você viver do jeito que você acha melhor para você. E eu sou feliz vivendo assim.
Iludo as pessoas fácil e jogo bastante, e não falo isso com orgulho. Mas é que eu me vejo e me sinto melhor sozinha, sem nenhum apego. E eu não tenho medo de viver uma história incrível, mas é que a chance dessa história acontecer é a mesma de achar uma agulha em uma palheiro. Que fique esclarecido.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Falta.

"Às vezes eu sinto tanto a sua falta que me consome..."

Eu não sei ao certo o que aconteceu com a gente, eu só sei que aconteceu alguma coisa. Você faz tanta falta que chega a doer, aqui, no coração. Sabe, você me fazia rir como uma criança. Você me dava abraços tão apertados que agora o que dói é a saudade que sinto deles, das suas mãos em volta do meu corpo, me abraçando.
Eu queria ter dito tantas coisas para você, mas é que naquela época eu não era tão mulher quanto sou agora, e acho que se você me visse hoje, você iria ter orgulho de mim. Você sempre me dizia que eu era forte, quando ninguém mais acreditava em mim, você me estendia as mãos e me ajudava, me puxava e me obrigava a seguir em frente. Os seus conselhos eram os melhores do mundo, a sua voz era a mais doce, o seu abraço o mais seguro de todos.

E a saudade às vezes é tanta que eu chego a ver você em tudo, nas músicas que escuto, nos textos que leio, em tudo. E eu queria dizer muito mais, e eu podia dizer muito mais... Mas é que eu sinto, eu sinto tanto a sua falta que chega a corroer por dentro. E não adianta eu dizer mais nada, afinal, adianta dizer o que você, o universo e todo mundo já sabe? Então eu me calo, sinto em silêncio e penso em você todos os dias.

"E eu entro em abstinência de você..."




"I wanna die for you 'cause love is only true if it hurts..."

domingo, 2 de outubro de 2011

Limitando-me...

Ouvindo uma das minhas músicas preferidas...
Ali.
... E parafraseando-me.


Sou geniosa, explosiva e difícil de lidar. Odeio que me façam esperar, e sei me virar (e ficar) muito bem sozinha. Gosto de tentar entender as pessoas e também de confortá-las. Não sou do tipo que se apega fácil, mas quando admiro alguém, admiro profundamente. Crio os meus próprios mundos e me refugio neles sempre que possível, e só deixo poucas pessoas entrarem. Sou intensa.
Não sou vulnerável e muito menos melosa, e odeio quando as pessoas pensam isso de mim. Sou briguenta e marrenta, e é isso que às vezes me torna insuportável. Não gosto de cavalheirismo, até porque não acredito em cavalheirismo natural (de berço), acredito apenas no te-trato-bem-porque-tenho-interesse-em-você.
Manipulo, jogo duro, ofendo, mas faço do meu jeito. Sou composta por urgências e (im)perfeições. Possessiva ao ex-tre-mo.
Não sou do tipo que espera o cara ligar no dia seguinte, e também não me contento com coisas (e pessoas) mais ou menos. Sou a pessoa mais complexa que já conheci. Gosto de ser lida, mas não de ser interpretada. Sou do tipo não-me-toca. E eu corro quando alguém está perto, e eu fujo para não se aproximarem, e eu me escondo para não me acharem.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Meu namorado imaginário.

É consíderavelmene mais velho do que eu, aprecia um bom fotebol nas quartas-feiras e nos domingos, mas não é aquele fanático-obsessivo. Gosta de tomar tereré tanto quanto eu, gosta de assistir filmes e aprendeu a assistir seriados comigo.
Ele é inteligente e decidido, não gosta de conversas fúteis, e assim como eu, odeia gente que não sabe mentir direito. Ele tem o dom de me irritar sem querer, e de me tirar do sério em questão de segundos. Ele não é bom em jogar sinuca, mas gosta, bebe de vez em quando, não fuma cigarro, mas fuma narguile socialmente.
Ele costuma dar risada do meu mau humor, e gosta de me mandar mensagens quando eu não estou esperando. Ele não é do tipo romântico, mas me surpreende sempre que possível. Ele gosta de sair com os amigos, e de segurar a minha mão na frente deles. O abraço dele costuma me confortar sempre.
Com ele eu me sinto mais segura, protegida, amada e feliz. Discutimos quase todos os dias por coisas mínimas, mas nunca é sério, já que ele leva tudo na brincadeira, e é esse jeito dele que o torna tão apaixonante. Eu até acho isso bom, mesmo porque o diferente me agrada e o estranho me fascina.
Meu namorado imaginário tem o olhar mais marcante e o sorriso mais bonito do universo. Ele não é tão bonito, na verdade ele é charmoso. Ele gosta de domingo em casa, e ama sair nos sábados para tomar cerveja ou para conversar com os amigos. A gente tem conversado sobre ir visitar a Inglaterra, já que adoramos países ingleses.
A gente se entende como ninguém! O nosso tesão começa na alma, e depois se enche de vida, forma, cor, força e emoção. Meu namorado imaginário me apoia e me incentiva a lutar e a buscar vencer sempre que possível. Ele sempre faz uma careta ilária quando está incomodado com algo, e eu pergunto e ele responde. Ele me ensina e me faz ser uma pessoa melhor, a cada dia aprendo alguma coisa com ele.
Meu namorado imaginário adora contar histórias. Ele gosta de palavras, mas prefere atitudes. Ele me faz ficar mais perto de Deus, me faz ser mais mulher, mais humana e racional.
Eu gosto do jeito dele de lidar com os problemas, sempre tão maduro, sinto que com ele posso ser eu mesma.